Os dias passam,
semanas voam,
� Sexta-feira de novo
e a cidade ruge, ao longe.
Escuto-a ronronando pela noite
e finjo que acredito
no gato adormecido.
Finjo daqui de minha cama,
que n�o percebo o tigre,
as pr�sas sujas de sangue
de entranhas.
Chacinas se planejam
nas mentes assassinas,
nas famintas bocas
de dentes cariados.
A droga corre solta,
como as oportunidades de meia hora.
� aproveitar o momento
do jogo de dados,
quem perder...
perde o feriado!